O poeta sem fim.

Um poeta de diretas

Com incontáveis homéricas

Destinado ao nada

De rosto pintado de branco, com um pé de anjo

Cantarolando

Palavras sem distinção

De um sonho em vão que sempre diz não

Do beijo são

E a replica de um chão pisado

Lamuriado e lavado de sonho

Deixa de lado em um curto espaço que se foi

Com uma cova cavada de um desastre sem fim.

De um alguém que nunca será ninguém.

Um pesadelo noturno que encurta o mundo em um curto espaço

Para o desastre informado.

Emaranhando no coração que suplicada um pão

De um coração pisado e esmagado

O fim de um sim.

De uma sombra sem fim,

Do alguém que será ninguém.

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