O mestre do terror

No último dia 07 de Outubro foi aniversário de morte de um dos principais escritores de terror da história da literatura: Edgar Allan Poe.

Poe nasceu em 1809, no dia 19 de Janeiro em Boston. Ainda criança ficou órfão, sua mãe faleceu logo depois de seu pai abandonar a família. Foi então adotado, nunca oficialmente, por Francis e John Allan. Junto com a nova família morou parte de sua infância em Londres, onde estudou em internatos. Curiosamente um deles ficava ao lado de um cemitério e as aulas de matemática dos alunos consistia em contar a data dos defuntos a partir das lápides. Como atividade física os alunos tinham de cavar os túmulos onde os mortos da cidade seriam enterrados. Volto para os Estados Unidos em 1820.

Não teve um bom relacionamento com o pai adotivo, endividou-se com jogos e bebia excessivamente. Foi editor de alguns jornais locais para poder sobreviver. Em 1836 casou-se em segredo com a própria prima, que na época tinha treze anos.

No dia 03 de Outubro de 1849, Poe foi encontrado em estado de delírio, foi levado ao hospital e morreu quatro dias depois.

Está entre um dos principais escritores da literatura mundial, inclusive muito se estudo sobre sua influência gênero de contos. Além de sua influência literária, referencias em músicas, filmes e séries são nitidamente baseadas em seu estilo e textos.

Sua literatura é conhecida pelo conteúdo de terror que a contém, sendo classificado como uma literatura gótica. Particularmente Poe é um dos meus escritores favoritos. O conteúdo de sua obra é intenso e aconselho a todos a leitura. Entre seus textos, o mais famoso é “The Raven”, ou “O Corvo”. No Brasil, O Corvo ganhou uma tradução feita por Machado de Assis.

Para quem gosta desse estilo literário, e pra quem gosta do Poe, existe o site do Edgar Allan Poe Museum, com informações bem detalhadas sobre a vida do escritor. E claro, quem um dia puder visitar o museu, deve ser incrível.

Diante da ave feia e escura,
Naquela rígida postura,
Com o gesto severo, — o triste pensamento
Sorriu-me ali por um momento,
E eu disse: “O tu que das noturnas plagas
Vens, embora a cabeça nua tragas,
Sem topete, não és ave medrosa,
Dize os teus nomes senhoriais;
Como te chamas tu na grande noite umbrosa?”
E o corvo disse: “Nunca mais”.

edgar-allan-poe-biografia

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