A vida é muito importante para ser levada a sério – 114 anos sem Oscar Wilde.

Hoje faz 114 anos que o mundo perdeu um pouco da beleza de Oscar Wilde, escritor irlandês que consolidou-se por suas peculiaridades. Peculiaridade não era uma mera palavra na expressão do escritor que desafiou a sociedade britânica vivendo sua homossexualidade de maneira não comum para a época. Um de seus relacionamentos mais conturbados foi com Lord Alfred Douglas, filho do Marquês de Queensbury (que como parte da sociedade era homofóbico) e teve um ataque ao saber do caso de Wilde com seu filho. O irlandês, por sua vez (e incentivado pelo amante), entrou com um processo contra Queensbury, mas perdeu. O pai do amante o contra atacou e com a ajuda de um detetive particular conseguiu provas contra Wilde, que foi preso.

Mas esse não é o único ponto na vida de Wilde. Ele também concorreu a vaga do coração de Florence Balcombe, mas perdeu o posto para Bram Stoker que ganhou o coração de Florence. Dizem as más línguas que ela desistiu de Wilde porque não queria um casamento sem amor com um gay assumido.

A abominação pública sobre a perversão de Wilde rendeu até mesmo depois de sua morte, em 30 de novembro de 1900 em Paris. Em 1912 um memorial com uma esfinge voadora foi erguido no local de sua sepultura no Père Lachaise em Paris. Só que, o detalhe da genitália da estátua chocou um visitante que, com um martelo, arrancou-o.

São 114 anos sem a beleza e irrelevância de Wilde.

Oscar-Wilde
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