Edgar Allan Poe – Resenhas

A resenha de hoje será composta de dois diferentes livros do mesmo autor, a ideia é falar um pouco das traduções das edições. Os livros são de Edgar Allan Poe, ambos são livros com seus contos, mas cada um de uma editora e uma tradução diferente.

Autor: Poe nasceu em Boston em 1809. Foi autor, poeta, editor e crítico literário. Foi parte do movimento literário Romântico dos Estados Unidos. Foi também um dos primeiros escritores de contos no país. Allan Poe é considerado o pai do terror e mistério devido aos contos do gênero que também envolvem o macabro. Teve uma vida conturbada, foi adotado por uma família, mas nunca foi oficializado como filho deles. Casou-se com sua prima, que tinha apenas 13 anos na época. Morreu em Baltimore em 1849.

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Sinopse: O personagem principal deste conto, o francês Monsieur C. Auguste Dupin, poderia ser Sherlock Holmes e o narrador poderia ser o Dr. Watson. O fascinante personagem de Poe, através de um sistema próprio de dedução baseado na sua profunda capacidade de observação dos fatos, é capaz de ler os pensamentos do seu interlocutor e desvendar um dos mais intrincados e misteriosos casos de assassinato já enfrentado pela polícia francesa: o bárbaro duplo assassinato de mãe e filha num apartamento na rua Morgue.

Detalhes: A tradução do livro é William Lagos e a editora responsável é L&PM Pocket. O livro tem 6 contos e uma cronologia da vida do escritor.

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Sinopse: ‘Histórias extraordinárias’ é uma coletânea de 18 contos publicados entre 1833 e 1845. São histórias clássicas da literatura de terror e policial, como “Os crimes da rua Morgue” — em que violentos assassinatos sem pistas desafiam o gênio do detetive C. Auguste Dupin — e “O barril de Amontillado” — um dos relatos mais cruéis de Poe, em que a vingança chega ao seu maior grau e é executada com total frieza.

Detalhes: A tradução e adaptação do livro carrega o peso do nome de Clarice Lispector. O livro é composto por dezoito contos e faz parte da coleção Saraiva de Bolso da Editora Saraiva.

Opiniões: Os dois livros são muito bem traduzidos, cada um com sua peculiaridade. Para quem gosta de uma linguagem mais “rebuscada” e detalhada, a tradução de Clarice Lispector é a melhor opção, além disso, como a própria capa já diz, o texto é integral e assim, uma tradução, digamos, mais completa.

Entretanto, a versão de William Lagos também é muito boa, apenas com uma linguagem e uma maneira de expressar diferenciado da maneira como o outro livro ganhou forma.

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