2016, o ano em que perdemos nossos talentos.

Todo ano é preenchido por perdas, mas esse 2016 tem parecido pior. Aos olhos de quem já teve um ano difícil, cada perda é ainda mais forte, seja ela morte ou não.

Em 2016 perdemos vários talentos. Música, literatura, teatro, televisão, esporte… mas esse movimento tem acontecido desde sempre, e de 2014 pra cá, todos os grandes nomes ainda vivos estão indo em uma velocidade que não será fácil repor. Nós, a nova geração, temos a obrigação de produzir coisas que cheguem ao menos aos pés de toda essa maravilha já produzida, difícil missão.

Foi em 2016 que também deixei meus projetos literários bastante de lado. Em uma analogia boba e clichê, digo que em 2016 tentei morrer um pouco pra tentar renascer melhor. Se será, aí serão outros quinhentos.

Pra mim foi um ano pesado, mas aprendi nele a ter determinação, foco e paciência. Essencial pra meu renascer literato, e como pessoa. Li pouco, escrevi menos, me decepcionei mais. Estou levando tudo isso como parte do meu aprendizado.

Não fiz metas para 2017, como não faço em nenhum outro ano. As metas vêm aos poucos e as buscas pelo que quero nesse próximo ano já aconteceram (na verdade estão acontecendo desde Janeiro de 2016, quem disse que realizar desejos é fácil?). Então, que venha um novo ano pra eu poder trazer à tona mais de mim. Pro universo, eu só peço que 2017 venha repleto de talentos novos.

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