A livraria mágica de Paris

A livraria mágica de Paris

Nina George
O autor:
 Alemã, nascida em 1973, Nina conquistou alguns prêmios no decorrer de sua carreira. Além de assinar como Nina, ela também possuí outros 3 pseudônimos em diferentes gêneros literários.

Sinopse*: O livreiro parisiense Jean Perdu sabe exatamente que livro cada cliente deve ler para amenizar os sofrimentos da alma. Em seu barco-livraria, ele vende romances como se fossem remédios. Infelizmente, o único sofrimento que não consegue curar é o seu: a desilusão amorosa que o atormenta há 21 anos, desde que a bela Manon partiu enquanto ele dormia. Tudo o que ela deixou foi uma carta — que Perdu não teve coragem de ler. Até um determinado verão — o verão que muda tudo e que leva Monsieur Perdu a abandonar a casa na estreita rue Montagnard e a embarcar numa jornada que o levará ao coração da Provence e de volta ao mundo dos vivos. Sucesso de público e crítica, repleto de momentos deliciosos e salpicado com uma boa dose de aventura, A livraria mágica de Paris é uma carta de amor aos livros — perfeito para quem acredita no poder que as histórias têm de influenciar nossas vidas.

Resenha: Confesso que esperava um pouco mais do livro. E apesar disso, ele é bom, de uma leitura gostosa e uma história, quase envolvente. Nos primeiros capítulos a história fica arrastada e o uso de algumas marcações de pontuação me irritaram e achei um pouco desnecessário. Mas depois você leva ela numa boa, e vai tranquilo.

Mas li com fé o livro, de linguagem fácil e gostosa. Perdu é uma pessoa que você se envolve, e apesar de o livro poder ser menor e mais bem aproveitado (muitas das partes eram pra preencher folha só), você sente dó dele, e quer se juntar a sua viagem inesperada.

O livro fala sobre o luto, a negação, a perda da própria vida. Mostra a necessidade de se quebrar essa dor e a retomada da vida. Não se aprofunda no assunto, mas é bacana. Eu esperava um pouco mais dos conselhos literários de Perdu e sua livraria barco. A ideia é incrível, mas achei pouco explorada, mesmo ele passando parte do livro ali.

Mesmo com as pequenas críticas, eu acho que o livro é válido, praqueles momentos que a gente quer desencanar de algo pesado. Mesmo falando sobre morte e luto, não há nada de tão forte no livro e o final é bem tranquilo.

(Sinopse do Skoob)
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Feliz aniversário!

Hoje faz 3 anos do dia em que comecei esse blog e, principalmente, que começou a oficina de criação que me gerou tudo isso.

Nesse período muita coisa aconteceu. Comigo e com o blog. Mudamos, evoluímos, quase desistimos, tivemos crises, retornamos. Assim como a vida pede que sejamos.

Quando essa página começou eu tinha um primeiro objetivo muito simples, o de externar aquilo que me sufocava. Talvez, inconscientemente a oficina tenha começado assim também; a certeza que tenho é que ela terminou desse jeito e me fez um bem enorme. A partir dela muita coisa mexeu em mim e gigantes adormecidos deram as caras. Eu não parei de lá pra cá, e de agora pra frente a tendência é que piore.

Planos pro futuro eu tenho muitos. O próximo e o longo. E hoje, olhando pro presente, o meu presente, quero por em prática tudo o que ficou parado pelo tempo de recluso.

Se cheguei até aqui, tem também o apoio de muita gente. Principalmente quem lê, comenta ou acompanha todas as epifanias que eu trago aqui.

Feliz 3 anos, enquanto a chuva caí. Feliz 3 anos pra Dayane que aprendeu a voar na literatura.

TAG – Fev/17

E no começo do mês chegou meu kit da TAG. Olha, esse ano eles estão caprichando mesmo nos kits. As edições exclusivas são lindas e capa dos livros também (e a caixinha que eles vem) estão me surpreendendo.

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A edição de Fevereiro é do livro O Xará, da Jhumpa Lahiri. Uma londrina, filha de indianos. Ficou incrível essa edição né? Ela é de capa dura e exclusiva para assinantes do serviço.

Bem-vinda a nova versão de mim mesma.

E as coisas finalmente começaram a se inverter e que agora permaneçam assim. Deixei o blog totalmente ausente em 2016 (acho que posso afirmar que o fiz o mesmo com minha escrita, leituras e carreira literária) pra me dedicar a um sonho: fazer Letras na USP, que se realizou.

Estudar Letras na USP era um sonho. Nessa faculdade em específico pelas opções de habilitação, grade curricular e profundidade da universidade. Queria me envolver com a literatura, linguística, tradução…Eu adiei esse sonho por alguns bons anos, mas na última sexta ele se tornou real. Adiei muitos sonhos nos últimos anos, mas esse blog é a prova viva (digital) de que estou retornando aos poucos.

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Terminei o ensino médio em 2006, na época até tentei (em 2007 também), mas não passei. Em meados de 2008 eu tive a oportunidade de cursar uma universidade através do PROUNI. Não quis “gastar” essa oportunidade com Letras, porque esse curso tinha outro destino. Fui então cursar Comunicação Social. Minha habilitação foi em publicidade e propaganda. Na época desse curso eu pensei em prestar Letras também, mas a vida foi deixando isso de lado. Consegui um estágio, em uma das principais agencias do país (não diria que sorte, mas a vida me levou pra conquistas das quais nem sei dimensionar). Evoluí profissionalmente, ainda na mesma agência. Terminei minha graduação em 2012, mas não tinha condições de seguir pra uma outra em um tempo tão curso. Comecei uma pós-graduação, pra me especializar na área que eu trabalhava, tola, nem imaginava que iria abandonar tudo pra realizar meu sonho. 2013 foi o ano que dediquei pra um intercambio. Em 2014 resolvi que voltaria a tentar, foi o ano que também voltei a escrever, fui fazer uma oficina de criação literária e dela derivou esse blog. E tentei. Fuvest 2015, depois Fuvest 2016. Reprovada em todas. Mas pra Fuvest 2017 eu queria fazer diferente: dediquei a hora do almoço pra estudar, depois o sábado todo pra um cursinho. Não foi um ano fácil, mas eu estudei bastante, e precisava dessa ausência externa e dedicação pra poder realizar isso. E no dia 17/02 o reflexo de tudo isso deu certo: passei! Na última terça me matriculei, hoje acessei o sistema e já vi a minha grade do primeiro semestre.

Felicidade é algo que estou esbanjando sem fim. Os planos? Sinceramente, eu não sei, mas quero aproveitar mais o blog, falar dos meus estudos, aprofundar o que já venho tentando fazer em analises, do que leio, continuar escrevendo… Espero que tudo melhore, evolua e me faça mais presente nesse mundo (agora não preciso mais lembrar o que é diagrama de Pauling!), e claro que eu volte a ativa no blog, na vida e na literatura.

Um amigo (amigão por sinal) deixou-me um texto incrível sobre o momento, e quero deixar ele aqui pra lembrar sempre de que, um novo eu se forma:

“Venha, que a USP não existe mais sem a sua história, sem sua garra, sem as linhas e livros que serão rabiscados com sangue e suor. Sua poesia agora é do mundo. E para isso, não existe ABNT”

Minha poesia, os rascunhos… Tudo isso é pra me fazer melhor e me trazer ainda mais pra perto da literatura que eu gosto, da minha escrita. Minha história deu mais um passo pra próximo daquilo que sonhei pra mim.

Que comece uma nova era em mim.

Dois Irmãos

Dois Irmãos

Milton Hatoum

downloadO autor: tradutor, escritor e professor brasileiro, nascido em 1952 em Manaus. Tem quatro romances publicados.

Sinopse*: “Dois Irmãos” é a história de como se constroem as relações de identidade e diferença numa família em crise. É a história de dois irmãos gêmeos – Yaqub e Omar – e suas relações com a mãe, o pai e a irmã. Moram na mesma casa Domingas, empregada da família, e seu filho. Esse menino – o filho da empregada – narra, trinta anos depois, os dramas que testemunhou calado. Buscando a identidade de seu pai entre os homens da casa, ele tenta reconstruir os cacos do passado, ora como testemunha, ora como quem ouviu e guardou, mudo, as histórias dos outros. Do seu canto, ele vê personagens que se entregam ao incesto, à vingança, à paixão desmesurada. O lugar da família se estende ao espaço de Manaus, o porto à margem do rio Negro: a cidade e o rio, metáforas das ruínas e da passagem do tempo, acompanham o andamento do drama familiar. Prêmio Jabuti 2001 de Melhor Romance.

Resenha:  Que livro, minha gente. Decidi ler Dois Irmãos por conta da minissérie exibida na Globo, da qual me encantei, e fui ler o livro que estava na lista de livros à ler e subiu na lista de prioridades. Subiu também pra lista de livros favoritos. Poético, melancólico, pesado, envolvente e lindo.

O livro é narrado por Nael, filho da empregada da família que conta a história a partir do que vê e do lhe contam. A história traz muito da cultura e história de Manaus e do Brasil. Cheia de conflitos sociais, de trama familiar e tabus.

A história de Dois Irmãos conta o conflito entre os gêmeos Yaqub e Omar, filhos de Zana e Halim. Yaqub nasce saudável e forte, mas Omar tem dificuldade respiratórias. Junto do fato vem uma diferença de cuidado que faz Omar, o Caçula, ser o filho mais zelado por Zana, enquanto Yaqub recebe mais cuidados de Domingas, índia que é empregada da família. O casal tem ainda Rania, a filha mais nova. Os gêmeos são completamente diferentes, mas o enredo apresenta um reflexo que vai muito além da personalidade deles e uma diferença entre bem e mal. Foge do clichê de briga de opostos.

O problema entre os irmãos se agrava em uma sessão de cinema no porão da vizinha, quando Yaqub senta-se com Lívia, uma garota que ambos galanteavam. Com ciúme, Omar fica longe, aguardando, e quando a luz é acesa e o casal é visto aos beijos, Omar ataca o irmão com uma garrafa quebrada, atingindo seu rosto, marcando-o com uma cicatriz muito mais profunda que apenas na pele, e que marcaria muito além dos gêmeos. Halim decide mandá-los para o Líbano, pra se entenderem. Zana não permite que Omar vá, mas deixa Yaqub viajar sozinho, acreditam que a distância possa amenizar a rivalidade.

Cinco anos se passaram até a volta de Yaqub, que chega sem lembrar direito como se fala português, com roupas velhas e sem bagagem. Durante o tempo no Líbano não respondeu a nenhuma das cartas da mãe e a família só sabia notícias do filho por meio de amigos ou parentes. O reencontro dos meninos é pesado, doído. Yaqub um moço ainda mais quieto do que quando partiu, sem modos e nitidamente incomodado com todos. Omar, o garoto divertido, escandaloso, mimado e sem responsabilidade.

O decorrer da narração mostra a evolução de Yaqub e a irresponsabilidade de Omar, conta a vida dos gêmeos até a fase adulta, os conflitos, reencontros, separação e angústia.

Esse é um livro que deveria ser obrigatório para todo brasileiro. Leitura mais que recomendada.

 

(Sinopse do Skoob)

Shakespeare: O que as peças contam

Shakespeare: o que as peças contam — Tudo o que você precisa saber para descobrir e amar a obra do maior dramaturgo de todos os tempos

Bárbara Heliodora


shakespeare_o_que_as_pecas_co_1416330920422682sk1416330920bO autor:
Heliodora Carneiro de Mendonça, ou Bárbara Heliodora, foi professora, ensaísta, tradutora e crítica de teatro, mas sua fama se deu também pela sua especialização e estudos sobre William Shakespeare (arriscaria dizer uma das maiores estudiosas do bardo no Brasil). Nasceu e morreu no Rio de Janeiro.

Sinopse*: No ano em que se celebra os 450 de Shakespeare, Barbara Heliodora, a maior especialista brasileira no assunto, apresenta o melhor de cada uma das 37 obras do dramaturgo inglês. Dessa forma, o livro se afirma como um irresistível convite àqueles que ainda não conhecem a fundo o teatro shakespeariano, assim como para os que já se apaixonaram por esse clássico do teatro universal. Uma nota biográfica abre a edição e cada peça conta com uma sinopse, elenco de principais personagens e seleção de seus melhores trechos.

Resenha: Não sei se há muita coisa pra falar sobre esse livro, que é basicamente um guia das peças de Shakespeare, muito útil por sinal. Ele saiu em 2014, ano de comemoração dos 450 anos do bardo. O adquiri em 2016 e comecei a ler já no fim do ano.

Ele é dividido pelas datas de publicação das peças e pelas fases de escrita de Shakespare como inicio de carreira e maturidade. Cada uma dessas partes vem com uma introdução do momento histórico e de vida do autor, seguindo para as peças daquela fase, que ganham também uma leve introdução. Cada uma das peças é analisada, sendo apresentado o enredo e partes importantes dos textos.

O livro serve como um guia pra entender as peças (sendo você conhecedor ou não), ou pra pesquisas rápidas sobre ela. Muito bom pra consultas rápidas, principalmente se envolvem enredo.

(Sinopse do Skoob)

TAG de Janeiro

Começou 2017 com muita literatura já. Comecei focando em livros, voltando a escrever e com um kit novinho da TAG.

Fiquei inclusive pensando com meus botões, eu não ganho um tostão pra falar deles (que bela publicitária rs), mas eu gosto tanto do produto que compartilho com gosto cada uma das caixas. Eu também nem tenho a ambição de ganhar e nem de ser um blog de livros com milhões de resenhas, book haul e unboxing de livros. Mas os kits da tag são bacanas de partilhar.

20170107_182704Na primeira semana de Janeiro chegou o meu desse mês. A caixa que envolve o livro mudou (era de papelão, com cor de papelão rs) agora colorida. O kit veio com um livro de edição especial e dessa vez de um grego: Aléxis Zorbás. O brinde que veio me fez muito alegre, um calendário literário, YES! Ele é um calendário normal, mas nos dias específicos de aniversário dos escritores tem um lembrete.

O ano começou bem, só tem que continuar assim!

Kalevala

Kalevala

Elias Lönnrot


indiceO autor:
 foi linguista finlandês, nasceu 1802 e morreu em 1884. Seu dicionário finlandês-sueco serviu para normalização da língua literária

Sinopse*:  Poema épico nacional finlandês, Kalevala resulta do trabalho de pesquisa, compilação e composição do erudito romântico Elias Lönnrot (1802-1884), a partir de diversas fontes da tradição oral camponesa da Finlândia. O texto, composto por cinquenta cantos, tornou-se obra da literatura finlandesa e um de seus símbolos de identidade nacional.

Resenha: Em meio a um horinha de paz, li Kalevala, o poema épico finlandês, meu primeiro livro de 2017. O poema é uma mistura de diversas canções populares, vivas na tradição oral do país. Foi publicado pela primeira vez em 1835.

O poema narra a vida de diversos deuses finlandeses: Väinämöinen, Iimarinen e Lëmminkäinen. Cada um com sua função no mundo. É composto de 50 contos e fala sobre a formação da terra, sendo que no fim há o nascimento de um novo deus. O poema é mágico, e me lembrou um pouco das narrações gregas épicas. São notados ainda pontos fortes da cultura finlandesa na narração: a escuridão, o frio e os campos.

Em tempos de um país ainda dominado pela Rússia, o poema épico teve um papel fundamental na criação e libertação do país e da sua língua mãe. Na minha edição (igual a da foto) tem ainda comentários dos tradutores, com uma língua tão singular como finlandês quais as dificuldades vieram à tona, além de uma explicação mais detalhada sobre a importância do texto para a nação finlandesa.

Particularmente, gosto bastante de entender sobre as línguas e história do país, e ter conhecido Kalevala me mostrou um lado muito bacana de um país que já admiro por outros motivos.

(Sinopse do Skoob)

Começando 2017

Fazendo um balanço de 2016 vi que foi o ano que mais comprei livros. Aproveitei as inúmeras promoções de desova dos livros da Cosac, me propus a comprar pelo menos um livro por mês (que na verdade foi um pouco mais que isso) e assinei o clube do livro TAG. Apesar do fato, li menos em 2016 do que em anos anteriores, uma vez que estava focada em outros projetos e acabei não lendo como poderia.

Pra esse novo ano ser diferente, e eu poder me envolver mais com a leitura 20170102_160328(que também evolui minha escrita), eu resolvi, pela primeira vez, fazer uma lista de livros que quero ler em 2017. A lista não é fixa e nem está em ordem, mas anotei o que faço questão de ler esse ano. E a cada livro, uma nova pequena resenha aqui.

Depois que terminei de anotar, percebi que o número de latinos é grande. Não foi proposital, o que acontece é que depois de participar dos cursos de escrita ouvi muito sobre e fui atrás da literatura latina e percebi quanto tempo perdi sem lê-los. Eu era muito focada em livros norte-americanos e europeus e aprender mais sobre a literatura vizinha foi renovador. Quero ler mais alguns desses escritores. Virei o ano já lendo O amor nos tempos da cólera e um livro de guia das peças de Shakespeare feito pela Bárbara Heliodora.

Sobre o blog, espero voltar com os temas que tinha ativos, como o poema de sábado e alguns exercícios de escrita. Voltar a escrever faz parte da nova agenda também. Em 2016 consegui escrever um conto, e que por perder o prazo não inscrevi no off-flip, mas está lá pronto pra novos concursos, que pretendo voltar a participar.

Como ainda tem muita coisa pra se resolver esse ano, e espero a partir de março poder ter boas notícias, ainda não sei como será meu ano na escrita. Que eu quero voltar a escrever é fato, mas ainda não tenho um caminho tão bem traçado para o ano. Voltar a ler e a fazer exercícios de escrita é uma evolução. Escrever nesse blog também. Se tudo der mais certo do que pretendo, a literatura vai ser mais forte no meu ano do que imagino.

2016, o ano em que aprendi a ter foco.

Agora em fins de Dezembro desse ano esquisito que foi 2016, notei que foi meu ano menos produtivo. Em sentido daquilo que me proponho a fazer todos os anos e daquilo que gosto de viver. Foi um ano que, penalizando todos os porém, menos me dediquei ao que me agrada: li pouco, quase não escrevi, abdiquei dos fins de semana, quase não publiquei nos periódicos que me competem, praticamente abandonei o blog, não participei de concursos.

Mas o peso dessa aceitação não me dói pra carregar. Fiz tudo isso por um objetivo antigo. Foram 2 anos de luta em vão, que só me trouxeram experiências e uma dor de desilusão. Quando o 16 apitou no relógio resolvi que faria diferente pra chegar nesse tão aguardado sonho, o que me fez deixar quase tudo de lado. Não foi improdutivo no sentido de que esse ano aprendi que quem quer faz, arruma tempo e para ter tudo isso em prática, esse foi o ano que aprendi a ter foco. Pode parecer papo pra livro de autoajuda, mas não é, é real. Se tem algo que esse dois mil e dezesseis me ensinou, foi foco.